Q.I. em alta
E a discussão sobre o Q.I. (quociente de inteligência, não aquele seu tio que te arrumou um emprego semana passada) está em alta (ou seria baixa?) após as declarações do professor Antônio Natalino Manta Dantas, da Ufba, sobre o mau desempenho da faculdade de medicina no Enade.
Para o professor, a baixa nota (2 pontos) é culpa da falta de inteligência do baiano que, além de terem Q.I. baixo "toca berimbau porque só tem uma corda. Se tivesse mais, não conseguiria". Diz ainda que o berimbau é um instrumento para quem tem problemas mentais.
E a burrice baiana deve começar por ele próprio, já que acaba de incluir, automaticamente, todos os metres da antropologia na sua lista de imbecis com essa declaração, demonstrando o total desconhecimento do conceito de cultura, inteligência e outros temas tratados pelos antropólogos e estudiosos cognitivos.
Pra mim, a razão do desempenho fraco está mais do que justificada com um professor do nível do nosso amigo Natalino.
Agora saindo da polêmica para a descontração, vejamos que coisa curiosa:
Hoje está um frio danado, chove lá fora. Vinha eu da faculdade louco para chegar em casa e me abrigar sob cobertores quentes quando me deparo com a cena que irei descrever (já que pela foto vocês não vão enxergar nada):
Um grupo de pessoas se aglomerava do lado de fora de um pizzaria para assistir a um jogo de futebol através do vidro que dava para a TV. Um dos néscios encarava o tempo desprovido de guarda-chuva mesmo, firme e forte vendo os jogadores do seu time ganharem rios de dinheiro.
Me diz se é ou não é coisa de gente de alto Q.I., no nível de países de primeiro mundo. Inclusive me disseram que na Europa é comum as pessoas se juntarem Quarta a noite, no inverno, para assistir ao jogo do lado de fora de estabelecimentos, inclusive qdo está nevando.
Antes que me pergunte, isso foi no Rio, não na Bahia.








